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Acorda brasileiro

Postado por Dennys Marcel 27 março 2007 4 comentários

Poderia falar do assunto do dia, o pseudo-gol nº 999 do Romário, mas prefiro dar atenção a um assunto bem mais importante, mas que só agora chamou a atenção do brasileiro: A VIOLÊNCIA!!
Não, você não está lendo errado. Pela primeira vez na Era Lula a violência se tornou o assunto que desperta maior preocupação dos brasileiros. Segundo o DataFolha, a segurança se tornou a maior preocupação do brasileiro para 31% dos entrevistados, contra 17% na última pesquisa, em dezembro. Curioso que esta explosão na preocupação com a segurança só veio após arrastarem o garoto João Hélio, por 7Km no Rio de Janeiro, isto porque provavelmente antes a segurança no país era quase perfeita. Nunca houve duas ondas de ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital) em São Paulo contra a polícia e pior de tudo, contra alvos civis, também nunca existiu milhares de mortes por armas de fogo, fora os crimes cotidianos (assaltos, sequstros, homicídios). Contudo, pelo visto arrastarem o menininho chocou a população, fato que nem a família queimada viva dentro do carro em Bragança Paulista, interior de São Paulo, alterou a opinião do brasileiro. Antes tarde do que nunca, ao menos esperamos que os nossos corruptos, quer dizer, honestos políticos façam algo com estes dados, algo que não seja ler no jornal e colocar para os rex deles cagarem em cima, exatamente como eles fazem com nós.
Em segundo lugar na pesquisa com 22% veio o desemprego, um dos grandes responsaveis pela altas taxas de criminalidade no país, porém este indice já foi mais alto, antes era o lider da preocupação com 27%. Em terceiro e não menos imporante veio a saúde, com 11%. Já o lamentavel, é ver que para apenas 9% da população brasileira a educação é a maior preocupação. Por isto que o Brasil é o que é, num país onde APENAS 9% do povo acha que a educação tem que ser a maior preocupação, fica dificil dele evoluir. Vai ver que os PSDBistas têm razão ao dizerem que brasileiro é burro, é burro por não ver que todos os outros problemas sociais brotam da raiz educação. Para os que não sabem, foi assim que a Coréia do Sul se transformou na potência que é hoje, aprendendo a lição com os 'irmãos' japoneses que fizeram o mesmo após serem arrazados na 2ª Guerra Mundial. Investe na educação e o retorno vem em todos os outros dados.

Uma nova cultura

Postado por Dennys Marcel 01 março 2007 2 comentários

No inicio dos anos 60 o poder estava nas mãos dos que tinham a tecnologia de ponta, tecnologia de ponta naquela época era a informática, mas é ai que entra a contra cultura. Ela passa a contestar a tecnologia na mão do governo, pois só o governo tinha acesso a tecnologia de ponta naquela época.

Como exemplo de contracultura temos os Steves que adaptaram o computador para um computador pessoal e com isso difundiram a informática para um plano nunca visto antes, o plano individual. A partir daquele momento seria uma questão de tempo para que todos pudessem ter acesso a micro-informática.
Com o acesso massivo a cultura da informática a população passou a se informatizar e com isso a tirar dos órgãos do governo e dos militares a exclusividade da tecnologia. Com a criação da micro-informática que nada mais é do que os computadores pessoais, entramos da era da cibercultura.
O fim do monopólio da fez com que o governo perdesse o poder tecnológico sobre a população que passou a ter esse poder também e com isso passaram a também serem informatizados o que foi ruim para o governo norte-americano, pois perdia a exclusividade de algo que só eles tinham e com isso davam chances de seus inimigos (estávamos na Guerra Fria) tivessem acesso a essa tecnologia também, o que era péssimo para eles.
Inicialmente poucos ou quase ninguém acreditavam que a Internet, que já era usada pelo exército americano, poderia ter uso comercial, mas com a adaptação para os computadores virarem micro-computadores pessoais a história mudou. De fato era compreensível que não acreditassem que a Internet poderia ser viável, afinal poucos tinham computadores e os que tinham eram computadores sem muitas ferramentas, afinal estávamos na década de 70.
Ontem ninguém acreditava que o micro-computador pudesse dar certo, hoje o mundo não vive sem o mesmo, em quase tudo tem um chip.